O sentimento que expande o olhar deixa de expandir e então eu fecho os olhos.
Fecho muitas vezes. Durante semanas, músicas, meses, contra o vento, durante anos.
Fecho os olhos e o tempo transforma-se em pequenas divisórias de apenas olhos fechados.
Os olhos fechados são apenas olhos fechados.
Não há muito a dizer sobre isso. Mas dão-me muito prazer.

6 comentários:
Só te consigo ler de olhos abertos, mas depois fecho os olhos e penso de olhos fechados no que li de olhos abertos. És assim um leque, que abre e fecha e abanae dá ar. Fresco e bom. Xi, maravilha intermitente ( demasiadamente intermitente ).
Grandes novidades por aqui (pelo menos desde a minha última visita) :-)
De Munchen para PT ainda são uns quilómetrozitos (que um dia percorri de autocarro), e os óculos dão um ar completamente alienointelectual à autora do blog ;-)
e pergunto eu?????
porque raio está a escrever tão pouco????
:)))))))))))))
saudades. e como diz o Paulo
maravilha intermitente.
beijo
beijo
beijo.
prontoS.
Concordo! porquê tão pouco? Li alguns poemas e gostei muito...muito mesmo. Posso publicar um ou outro no meu blog? Gostei mesmo muito deste ultimo! Escreve mais!!! Beijinhos
Gostei do teu blog. É uma pena que tens escrito com frequência. Abraços brasileiros.
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